Grande Mestre de Honra

Quer sejamos crentes, ou não, temos de admitir que o Papa João Paulo II foi um homem com uma grande, grande fé! Fé neste mundo e e na Humanidade. Visitou todos sem excepção, admitiu erros crassos da Igreja Católica (por exemplo a Inquisição) e pediu perdão pelos mesmos.
Suportou o sofrimento com dignidade, e soube perdoar verdadeiramente quem mereceu e mesmo quem não merecia o seu perdão. E "quem não merecia o seu perdão" tendo em conta os sentimentos que actualmente dominam a nossa sociedade, em particular, mas também o mundo, em geral.
Uma sociedade que diz que perdoa sem realmente assim o sentir e guarda rancor, uma sociedade que faz e tem inimigos porque não consegue ter a força suficiente para saber e conseguir perdoar.
Nenhum outro homem, Papa, conseguiu unir os povos do mundo como Karol Wojtyla. A sua morte desencadeou reacções verdadeiramente impressionantes: Cuba decretou três dias de luto nacional! Os muçulmanos rezaram à sua alma. Se todos os Homens fossem como Wojtyla o Mundo estaria certamente e claramente muito melhor, em paz e alegria.
Seria um Mundo com os seus conflitos, próprios de uma natureza como é a natureza Humana, mas em que seria mais fácil de ultrapassar qualquer disputa, muito mais fácil de olharmos uns para os outros e vermos que estamos na mesma luta e nas mesmas dificuldades de evolução.
João Paulo II tentou e conseguiu transmitir a sua mensagem a todos. Com a sua história e a sua força provou que todos nós temos, e somos capazes, de seguir e lutar por uma vida simples, mas digna.
(texto gentilmente cedido pela Dra. Anouska Papouska)
Por tudo isto, a LMEEI decidiu atribuir, por unanimidade, o estatuto de Grande Mestre de Honra ao Papa João Paulo II, um título que será ad eternum.





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